terça-feira, 13 de novembro de 2012

FLEXIBILIZE TEU PENSAMENTO POSITIVO


FLEXIBILIZE O SEU PENSAMENTO

A flexibilidade de pensamento é um complemento e um associado do pensamento positivo. Quando você adota o pensamento positivo, automaticamente abre-se às possibilidades. Aumenta os seus limites de raciocínio na procura de soluções, avalia os cenários construtivos possíveis de serem viáveis. Com isto, de forma implícita aciona a flexibilidade de pensamento. Ou seja, adota uma perspetiva mais plástica, mais adaptável às circunstâncias e à mudança de ponto de vista que vise a construção do caminho mais adequado à implementação e sedimentação da mudança desejada. Você fica permeável à análise de ideais e estratégias que usualmente não fazem parte da sua estrutura mental. A sua capacidade de adaptação ao desconhecido aumenta drasticamente. E mudança é sinónimo de alteração de algo. E, para nos familiarizarmos com algo novo é vantajoso ter uma enorme capacidade de adaptação. A capacidade de adaptação tem na sua raiz a flexibilidade de pensamento.
O bambú e a árvore:
Na China certa vez após uma grande chuva tempestuosa, um menino olhava desolado para a destruição provocada pela intempérie, e notando algo que ninguém mais havia reparado perguntou ao seu pai:
“- Papai, porque as árvores centenárias que são grossas e fortes, quebraram e caíram todas, e os bambus que são finos, e frágeis permanecem todos em pé?”
O pai olhando também desolado e pensativo disse:
“- Meu filho as árvores e os bambus podem ser comparadas com as pessoas, alguma pessoas são como as árvores, são grossas, fortes e rígidas, fazem questão de fincar suas raízes, estabelecer sua opinião e jamais aceitar que nenhum tipo de mudança aconteça, não aceitam mudar de local, não gostam de tempestades, mas acham que por serem rígidas demais são indestrutíveis. Já as pessoas que são como o bambu, não tem tanta rigidez, nem são tão grossas, e por terem raízes pequenas podem até ser mudadas de lugar que sobrevivem e adaptam-se com facilidade, mas possuem uma qualidade que nem a maior de todas as árvores possui, SÃO FLEXÍVEIS.”
O menino entendendo bem o que seu pai havia lhe dito comentou:
“- Então o senhor quer dizer que existem dois tipos de pessoas, as rígidas e as flexíveis?”
O pai respondeu:
“- Sim, em todo lugar do mundo existem esses dois tipos de pessoas, em qualquer tipo de sociedade, raça, cor, ou credo, a grande diferença é que as pessoas flexíveis como o bambu não quebram facilmente com a tempestade, elas vergam, balançam, torcem, ricocheteiam, mas dificilmente se quebram, isso porque tem flexibilidade suficiente para resistir às intempéries da vida.”
Na implementação da mudança também é assim, podemos ser rígidos ou flexíveis, porém as pessoas que parecem ser mais rígidas, duras e constantes são as primeiras que “quebram” após uma tempestade, pois quando se lida com pessoas que pretendem implementar algum tipo de mudança, nem todas tem a mesma forma de pensar, nem a mesma forma de agir, por isso a flexibilidade de pensamento é fundamental. Se se percepciona como sendo uma pessoa que possuí uma rigidez mental que o prejudica na mudança desejada, pondere trabalhar esse aspeto.
Para saber como flexibilizar o seu pensamento, leia: Como melhorar a sua flexibilidade de pensamento?

ELIMINE AS DESCULPAS

Quando a dificuldade impera, quando o desafio se torna exigente, quando a mudança impõe sacrificios você pode ter um impulso para a proteção face ao fracasso. Quando temos medo do fracasso, quando receamos não conseguir ultrapassar as vicissitudes que o processo de mudança apresenta, podemos cair na falácia de criar desculpas. Com uma lógica por vezes fria, conseguimos justificar o impasse para a mudança. Pouco a pouco, o nosso mecanismo de proteção subconsciente faz ativar uma linha de raciocinio pródiga na construção de uma lista de desculpas que justificam a nossa incapacidade para implementar as ações necessárias à mudança, e à consequente implementação de novos hábitos, atitudes, pensamentos, estratégias ou comportamentos. Se você se apegar em demasia a essas desculpas elas irão sabotar qualquer tentativa de mudar o que deseja.
Quando desejamos implementar uma mudança que usualmente se prende com algo em que necessitamos de mudanças de atitude drásticas, que necessitamos de uma motivação e força de vontade acrescidas, as desculpas podem toldar-nos o pensamento. Corremos o risco de entrar numa espiral negativa suportada por um conjunto de justificações que parecem mais uma teoria da conspiração contra aquilo que mais queremos: mudar algo para melhorar a nossa vida.
Monitorize o discurso que tem consigo mesmo. Verifique se a sua voz interna o bota abaixo, se é depreciativa, se é demasiado justificativa para a sua incapacidade de se liderar no processo de mudança. Verifique se a sua voz interna é impeditiva de você acreditar que vale a pena avançar naquilo que sabe ser bom para si mesmo. Se for o caso, se a sua voz interna o paralisa, é importante treinar-se a si mesmo a apanhar-se nas justificações insalubres e autosabotadoras e desafiar essas desculpas.
Para aprofundar o assunto, leia:

mudar vida

PASSE À AÇÃO

Querer mudar, não é mudar, é intenção, e intenção não é ação. Querer não é fazer. É importante que crie uma dinâmica, que crie um impulso para a ação e implemente a sua estratégia. Depois pouco a pouco, vá percebendo o que funciona, vá verificando o que precisa de ser melhorado e aquilo que não vale a pena insistir. Para se alcançar o sucesso pretendido por vezes passamos por um processo de tentativa e erro, pelo caminho elimine o que não surte efeito, agarre-se ao que funciona e melhore o que vale a pena.
Por vezes o que nos impede de passar à ação é ficarmos detidos nos nossos sentimentos negativos. É ficarmos paralisados pela nossa bagagem emocional que serve de âncora. Ficamos presos a um caís, que nunca nos deixará navegar nos mares da mudança. Nunca nos deixará abandonar o porto seguro e sairmos da nossa zona de conforto.  Se consegue perceber que alguns dos seus sentimentos o estão a amarrar num caís à deriva, é importante movimentar-se por aquilo que quer atingir, ao invés daquilo que sente. Nós somos mais que os nossos sentimentos, e nem sempre os nossos sentimentos são os melhores indicadores do caminho a seguir.
Se sabe o que pretende mudar, tal como estabeleceu no primeiro ponto, passe à ação com isso em mente. Esse objetivo é o seu leme quando todas as outras coisas o afastarem do seu destino.
Para aprofundar o assunto leia o artigo: O poder da ação: fazer o que é necessário ser feito

MANTENHA OS OLHOS NO OBJETIVO

Se o seu obejtivo é mudar algo, por exemplo,  implementar uma nova atitude, um melhor comportamento, é abandonar um vício prejudicial, é melhorar o seu estilo de vida, passar a ser mais positivo consigo e com os outros, arriscar um sonho antigo, seja o que for que pretende mudar, o cansaço pode instalar-se. Você pode colocar a sua decisão de mudança em questão, e com isso afastar-se deliberadamente do seu objetivo. Claro, que por vezes quando as tentativas são muitas e o resultado nunca é satisfatório, provavelmente o mais acertado possa ser abandonar esse objetivo, ou esse caminho.
Mas, se a sua decisão de mudança continua a fazer sentido, se é inevitável acontecer, como por exemplo alguém que vai ao médico, é-lhe diagnosticado tensão alta e problemas cardíacos, certamente os hábitos alimentares têm de ser mudados. Perante um cenário de mudança incontestável, é preponderante manter os olhos no objetivo. Esse objetivo é de elevada prioridade e merece grande parte da sua atenção e esforços.
Assuma a sua decisão, ela é o que é, e você necessita aceitar aquilo que tem de fazer como algo inevitável. Todos nós temos imensas capacidades, virtudes e forças que nos permitem alcançar a grande  maioria dos nossos objetivos. O que por vezes nos impede de sermos bem sucedidos perante a mudança, é a nossa resignação. É a nossa paralisia da vontade em abandonarmos a nossa zona de conforto, e propor-nos aquilo que sabemos que é melhor para nós.
Quer mudar algo na sua vida ou em si mesmo para melhor, não hesite: Foque-se no objetivo: O caminho faz-se caminhando

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